Encontrei-te. Era o mês... Que importa o mês? Agosto,
Setembro, outubro, maio, abril, janeiro ou março,
Brilhasse o luar que importa? ou fosse o sol já posto,
No teu olhar todo o meu sonho andava esparso.
Que saudades de amor na aurora do teu rosto!
Que horizonte de fé, no olhar tranqüilo e garço!
Nunca mais me lembrei se era no mês de agosto,
Setembro, outubro, abril, maio, janeiro, ou março.
Encontrei-te. Depois... depois tudo se some
Desfaz-se o teu olhar em nuvens de ouro e poeira.
Era o dia... Que importa o dia, um simples nome?
Ou sábado sem luz, domingo sem conforto,
Segunda, terça ou quarta, ou quinta ou sexta-feira,
Brilhasse o sol que importa? ou fosse o luar já morto?
Alphonsus de Guimaraens
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Quando a noite vem eu me transformo. Sou a loucura a melancolia e a auto destruição. Não existem remédios capazes de parar com a dor, e nem tratamentos que controlem meus pensamentos ou veneno que me mate tão rápido quanto eu mesmo. É tudo tão tranquilo e silêncioso que por pior que seja, tudo em minha mente se torna doce e completamente viciante. Isso tudo é a minha droga e sem toda essa insanidade presente em minhas noites eu seria alguém diferente. É inspirador para a arte, mas destrutivo para a alma. Esta é a minha escuridão, é o que sou. Sou como os dois estados extremos de uma fênix: ave e cinzas.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
Lembranças
DIÁRIOS ANTIGOS
- Hoje me deu vontade de mexer em todas as minhas recordações. Coloquei em cima de minha cama todas as caixas com minhas coleções, cartinhas e diários e li algumas passagens que chamaram a minha atenção, em especial as dos meus diários dos anos de 2003 e 2007.
2003: Fiquei surpresa com a minha inoscência e melancolia. Na época começava a ter problemas em casa, por causa de brigas com minha irmã que na época tinha 10 anos e com minha mãe, que eu acreditava até então, não me compreender favorecendo a minha irmã menor, preferindo ela.
Na época eu desejava ir embora, fugir de casa para algum lugar bem distânte, outro país. Quase todo o meu diário é dividido entre meu vício da época 'harry potter' e toda a raiva que eu sentia relacionada a tudo o que passava em casa.
Naquele ano eu ainda acreditava que a fantasia retardaria o meu amadurecimento, ou seja, que poderia ser criança, sonhando todos aqueles meus sonhos infantis por mais tempo. Foi o ano também em que eu me apoiava nos livros de ficção para me afastar do comportamento fútil que eu já identificava nas meninas da época.
Algumas páginas estavam arrancadas, mas eu sei o que estava escrito nelas! Arranquei porque eu desconfiei que alguém tentou ler ele sem minha autorização, por causa de comentários que escutei depois, fiquei com vergonha e rasguei as páginas do crime: meus primeiros beijos! *-*
Aaaahrgh! eu morria de vergonha:
"O mundo não é eterno e tudo tem seu prazo, nossas vontades mudam na virada do acaso, pois esta é ainda uma questão não resolvida: a vida faz o amor ou é o amor que faz a vida? A quem precida nunca falta uma amizade, mas quem mais precisa só experimenta falsidade"
- Hamlet.
sábado, 13 de junho de 2009
Living is easy with eyes closed...
Na hora do almoço, reunida com meus colegas de trabalho eu menti. Antes, confessei que tinha acordado chorando e logo depois disse não saber ao certo o porque, mas na verdade eu sei. Eu acordei realmente chorando, como outras vezes sentia uma mistura de sentimentos que me confundiam e me abalavam conforme eu pensava nos motivos que me faziam sentir. Eu sei o que me consome dia após dia, e que me faz pensar de vez em quando que de alguma forma aquilo iria me destruir. Eu penso, me despedaço, me destruo pensando no futuro.Aquele espeaço em branco entre o que sou e o que desejo ser, que será preenchido por minhas atitudes capazes de transformar o que eu pretendo ser em alguém diferente...
-
VAZIO
Quando acordei no dia 13 de junho, pensava em como as coisas seriam se eu tivesse coragem de enfrentar algumas pessoas e dizer exatamente tudo o que eu queria. Eu pensei em como me sentiria bem se isso fosse possível, é claro, expressando claramente a minha revolta sem derramar lágrimas que seriam um sinal de fraqueza ou insegurança. Imaginei a cara dela de surpresa, e como ela imediatamente mudaria, ficando séria se defendendo de todas as minhas acusações. Me explicando o porque as coisas eram daquele jeito, tentando me persuadir a acreditar que eu não era inferior e que tinha sim algum potêncial, e que futuramente eu ia notar isso. Eu não prestaria atenção a nenhuma de suas palavras porque ainda estaria com raiva, me sentindo uma ignorante que só sabe fazer uma coisa, e que tornou-se útil nessa única coisa, e que portanto não precisava fazer nada mais a não ser aquilo! E se por algum motivo precisarem de alguém para exercer alguma função diferente, alguém mais 'experiente' assumiria a tarefa, porque eu não poderia perder meu tempo, eu era importante demais fazendo somente aquilo!
Quando entrei naquele emprego eu sonhava porque me incentivaram a sonhar. Sonhava que seriam inúmeras as coisas que aprenderia ali, que jamais me entediaria porque eram tantas coisas diferentes para se fazer... tantas coisas, que o tempo passaria rápido demais! Conforme o tempo passou, eu pedi e insisti para aprender algo novo, mas tudo o que eu recebi foram promessas de que um dia eu aprenderia. Uma coisa boa ou ruim em mim, é que eu não perco tempo insistindo demais, mas eu não esqueço, eu espero. Mas se o tempo passa demais, e eu vejo que não levará a lugar algum as promessas que ficaram, eu espero mais um pouco para desapontá-los da mesma maneira.
Naquela manhã do dia 13, eu acordei chorando...
Era a raiva de ter guardado todas aquelas mentiras, a raiva de ter perdido tempo demais...
eu me senti fraca, inútil e acima de tudo vazia, só queria voltar a dormir e parar com aquele aperto na garganta e aquela vontade de gritar, mas eu não podia... tinha que levantar e ir trabalhar!
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Começo essa postagem sem ter definido ao certo o assunto, ou ao menos um título para eu discutir, estou apenas deixando meus dedos e minha mente me guiar por esse mundo de palavras que tanto me fascinam, apesar de eu nem ter aprendido ao certo como as usar. Quando era criança e inventava meus próprios contos de fadas, e até mesmo crônicas eu acreditava que podia viver disso, e não sei porque depois de tantos anos esse sentimento voltou a me dominar, como se nunca tivesse me abandonado, como se a minha definição como pessoa dependesse desse meu sonho: ESCREVER TUDO O QUE PENSO. CONTAR TODAS AS HISTÓRIAS QUE SE DESENVOLVEM AS VEZES SOZINHAS NA MINHA CABEÇA.
Quando passeava pelo shopping a caminho do meu trabalho, pensava coisas como: 'como seria se eu pudesse escutar os pensamentos dos outros? Será que eu descobriria que não sou apenas eu que sonho acordada, que crio situações que nunca vivi e que gostaria ou não de viver? Será que eles também se vêem fora de si, como um expectador da própria vida, ou diretor da mesma, como eu faço quando crio diálogos que gostaria de ter com alguém, ou me coloco em uma vida a qual não pertenço, como alguém mais popular, bonita, e intelectual?
Ah! Como eu gostaria de saber...
Bom, vou deixar essa postagem sem título mesmo. Ficou idiota! HAHA
Quando passeava pelo shopping a caminho do meu trabalho, pensava coisas como: 'como seria se eu pudesse escutar os pensamentos dos outros? Será que eu descobriria que não sou apenas eu que sonho acordada, que crio situações que nunca vivi e que gostaria ou não de viver? Será que eles também se vêem fora de si, como um expectador da própria vida, ou diretor da mesma, como eu faço quando crio diálogos que gostaria de ter com alguém, ou me coloco em uma vida a qual não pertenço, como alguém mais popular, bonita, e intelectual?
Ah! Como eu gostaria de saber...
Bom, vou deixar essa postagem sem título mesmo. Ficou idiota! HAHA
Stephenie Meyer - Lua Nova:
Não é tão ruim, concordei, depois acrescentei: mas é ruim o bastante.
Pensei que Jake estivesse curando o buraco que havia em mim - ou pelo menos o estivesse cobrindo, impedindo que me doesse tanto. Eu estava errada. Ele estava apenas cavando um buraco só dele, e agora eu estava furada como um queijo suíço. Imaginei por que eu não me desfazia em pedaços
Pensei que Jake estivesse curando o buraco que havia em mim - ou pelo menos o estivesse cobrindo, impedindo que me doesse tanto. Eu estava errada. Ele estava apenas cavando um buraco só dele, e agora eu estava furada como um queijo suíço. Imaginei por que eu não me desfazia em pedaços
domingo, 31 de maio de 2009
quinta-feira, 28 de maio de 2009
E agora? Tudo de novo?

Eu queria fugir e por alguns meses, eu consegui. Me tranquei dentro do coração de alguém, e ocupei a minha mente com pensamentos que eu fingia ser real. Eu sempre tive medo. Medo de me magoar, de perceber que tudo foi apenas um sonho que sustentei por tempo demais, e nada JAMAIS será real. Tive medo descobrir que sou dispensável para você como já fui para outras pessoas, porque eu tenho certeza de que suportaria ter o meu coração partido por todas as pessoas que eu conheço simultaneamente, com excessão de você. E toda vez que eu te vejo, ou falo com você eu sinto que você é o único que pode me destruir. Eu tenho medo de você, eu simplesmente não posso parar de fugir! É arriscado demais!
As vezes eu sinto um desejo incontrolável de te proteger, então eu te procuro para me por a disposição. Em outros momentos, eu quero ser a sua melhor amiga, então eu procuro desesperadamente encontrar palavras certas para te demonstrar isso, mas elas somem. E na maior parte do tempo eu procuro deixar claro para mim, que eu não tenho certeza do que você significa em minha vida, mas eu sei, e então quando eu te encontro eu fico com raiva de tudo isso, e procuro te evitar, fingindo nem me importar, quando tudo o que realmente me importa é você.
Eu to cansada de mentir, e cansada de você não saber...eu sempre achei que eu era forte, uma mulher diferente e capaz de fazer diferença, só que eu sou tão fraca quando o assunto é você, porque?
Porque eu tenho tanto medo?
Você entrou de um jeito na minha vida que me faz pensar que o melhor é te perder para sempre, do que deixar você continuar nela.
Não houve um dia se quer que eu não tenha pensado em você. Não passei um dia sem te desejar ao meu lado, mas eu não posso mais me permitir a isso... desculpe, eu vou fugir de novo!
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Ismália
Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.
No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...
E no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava perto do mar...
E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...
As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...
Alphonsus de Guimarães
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.
No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...
E no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava perto do mar...
E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...
As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...
Alphonsus de Guimarães
domingo, 24 de maio de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Finalmenteeeeeeee!!
Hoje estava lendo meus posts antigos e percebi o quanto mudei em tão pouco tempo! Criei esse blog para me expressar, porque estava me sentindo sufocada e em parte era por causa do fim do meu namoro que não foi agradável e sim muito confuso, e certos acontecimentos que vieram depois do meu rompimento me deixaram um pouco para baixo. Porém, meus ultimos post nada tem a ver com o meu ex (ÓTIMO) e sim mais a ver comigo mesma e com meus sentimentos.
To adorando postar aqui, porque as coisas ficam tão mais claras para mim!
Finalmente sai do drama "quero meu namorado de volta" para entrar no drama "minha vida é uma novela", mas acho que é melhor assim.
Ah! Sobre o que me fez superar o ex vou dizer só uma coisa: é uma longa história.
Tenho que pensar mais a respeito da "história" pra depois poder postar aqui.
Por enquanto, é isso!
To adorando postar aqui, porque as coisas ficam tão mais claras para mim!
Finalmente sai do drama "quero meu namorado de volta" para entrar no drama "minha vida é uma novela", mas acho que é melhor assim.
Ah! Sobre o que me fez superar o ex vou dizer só uma coisa: é uma longa história.
Tenho que pensar mais a respeito da "história" pra depois poder postar aqui.
Por enquanto, é isso!
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Há um tempo eu disse a um amigo que meu pior medo era perceber que o que todos esperavam de mim, realmente aconteceu. Que não sou diferente mas apenas mais uma, e que meu destino é igual ao de todo mundo. Então me surgiu a questão: "o que nos faz diferente?" Saber sobre arte, cultura em geral, gostar de festas e ser popular faz de nós pessoas especiais, que merecem ser distintas de toda a multidão? Em uma rua onde as pessoas andam apressadas em todas as direções vários estranhos se cruzam, e sem interesse em especial em se conhecerem, em saber da história um do outro simplesmente viram as costas e se vão.O que te faria ser notado por uma multidão de um jeito significativo, sem precisar chamar a atenção gritando ou fazendo algo inusitado?
Quando você está sozinho se sente igual ou capaz de fazer alguma coisa para revolucionar?
Eu quando paro para observar as pessoas sinto que elas não são como eu. Não se preocupam com sentidos para a vida, não procuram nenhuma explicação sobre suas existência... pelo contrário, gostam de mostrar o quanto são superiores e não hesitariam em te por para baixo.
Egoístas, hipócritas, medíocres, arrogantes, insensíveis, todos esses tipos de pessoas não são você, não sou eu, podemos ser diferentes.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Eu preciso de um sinal...
Será que quando contamos para alguém nossos medos, sonhos, frustrações, ou simplesmente como é que foi o nosso dia, elas realmente escutam ou além, será que elas se importam?
Eu confesso que perdi a minha fé nas pessoas. Acho que todos somos egoístas, e que por trás de cada boa ação existe uma intenção. Talvez tenha me acostumado a não ter nínguem por perto para se importar comigo, ligar para saber como estou. E por mais que eu saiba que não dou liberdade para as pessoas entrarem na minha vida, não consigo me conformar com o fato de elas simplesmente desistirem tão fácil de mim. Eu já faço isso por mim mesma várias vezes ao dia. Eu desisti de mim.
Quando acordo e antes de dormir, vivo como se estivesse em outro plano observando minha vida passar como espectadora e não como personagem. Deixo as coisas acontecerem, porque não tenho mais expectativa. Esperava muito mais da vida, e não estou exatamente no lugar onde eu queria estar, passando a maior parte do tempo confusa e frustrada por viver mais um dia como um passo para lugar algum. Eu só queria um sinal de que um dia, quando eu menos esperar eu vou me encontrar. E assim, com este sinal talvez eu possa ser um pouco feliz.
Esta canção da banda Train, trilha de One Tree Hill me fez pensar:
Calling All Angels
I need a sign to let me know you’re here
All of these lines are being crossed over the atmosphere
I need to know that things are gonna look up
‘Cause I feel us drowning in a sea spilled from a cup
When there is no place safe and no safe place to put my head
When you feel the world shake from the words that are said
And I’m calling all angelsI’m calling all you angels
And I won´t give up, if you don´t give up
I won´t give up, if you don´t give up
I won´t give up, if you don´t give up
I won´t give up, if you don´t give up
I need a sign to let me know you’re here
‘Cause my TV set just keeps it all from being clear
I want a reason for the way things have to be
I need a hand to help build up some kind of hope inside of
And I’m calling all angels
I’m calling all you angels
When children have to play inside so they don’t disappear
And private eyes solve marriage lies cause we don’t talk foryears
And futbol teams are kissing Queens and losing sight of havingdreams
In a world that what we want is only what we want until it’s
I’m calling all angels
I’m calling all you angels
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Percebi que vejo a minha vida passar de forma crítica, analisando cada passo, as pessoas envolvidas comigo, os rumos que certas decisões acabam levando. Eu me importo com todas as perspectivas relacionadas a minha vida, porque sou extremamente preocupada em envelhecer e olhar para trás e ver que nada do que tinha planejado para meu futuro aconteceu. Tenho medo de fazer tudo errado e ter uma vida sem sentido, ou melhor, viver sem descobrir o que significa para mim ter uma vida com sentido.
Ontem, revendo a primeira temporada de One Tree Hill, a citação de encerramento do episódio me chamou a atenção. Ela dizia o seguinte:
John Steinbeck escreveu.: "Me parece que se você ou eu devemos escolher entre dois rumos de ação ou pensamento... devemos lembrar da morte e tentar viver de modo tal que a nossa morte não traga prazer ao mundo."
Ontem, revendo a primeira temporada de One Tree Hill, a citação de encerramento do episódio me chamou a atenção. Ela dizia o seguinte:
John Steinbeck escreveu.: "Me parece que se você ou eu devemos escolher entre dois rumos de ação ou pensamento... devemos lembrar da morte e tentar viver de modo tal que a nossa morte não traga prazer ao mundo."
terça-feira, 12 de maio de 2009
Hoje foi um dia complicado, e digo isso porque é fato que eu sou uma garota complicada, então meu dia não ia ser diferente. Acordei disposta a não ficar disposta para nada. Tive a impressão que nas primeiras horas do dia que passei acordada, qualquer coisa poderia me fazer chorar.
E para ser sincera, eu ainda sinto vontade de ficar trancada em meu quarto, no escuro, ouvindo alguma música do slipknot ou Ill niño talvez. Cantarolando baixinho curtindo a minha já tão conhecida melancolia...
E para ser sincera, eu ainda sinto vontade de ficar trancada em meu quarto, no escuro, ouvindo alguma música do slipknot ou Ill niño talvez. Cantarolando baixinho curtindo a minha já tão conhecida melancolia...
quarta-feira, 29 de abril de 2009
lições de um filme
Hoje aconteceu algo engraçado. Minha irmã mais nova me pediu um conselho sobre o 'quase' namorado dela. Disse que eles estavam ficando a algum tempo, e ele só não assumia ela como namorada porque ele estava namorando (primeiro erro de minha irmã: ficou com um cara que já tinha namorada, ou seja, se ele fez isso com a ex, quem garante que não fará isso com ela? Meninos assim não dá para confiar), mas agora que ele já tinha terminado, ela não via razão para ele passar por ela sem cumprimentar, e no entanto quando eles se viram naquele dia, ele passou por ela, e apesar de a amiga dela ter chamado o menino, ele nem ligou. Eu ouvi com atenção o que ela tinha para me dizer, e assim que ela terminou eu disse imediatamente: ELE NÃO ESTÁ TÃO AFIM DE VOCÊ! Ela arregalou os olhos, e riu. E eu repeti a mesma frase, e ri junto. É isso mesmo, eu disse. Se ele estivesse mesmo afim de você teria voltado para falar contigo, e não voltou. Ela retrucou dizendo que ele tinha terminado com a namorada dele, por causa dela. Então eu disse que ele iria terminar com ela de um jeito ou de outro, mas resolveu usar ela como desculpa. Depois para animar a minha irmã coloquei womanizer e what comes around goes around para ela escutar!
Nossa, depois daquele filme e do livro sei reconhecer de longe um 'ele não está afim de você' chega a ser engraçado.
Nossa, depois daquele filme e do livro sei reconhecer de longe um 'ele não está afim de você' chega a ser engraçado.
terça-feira, 28 de abril de 2009
Já passa de uma hora e ainda estou acordada escutando The Veronicas, especificamente a música Did ya think, siiim... é o título do meu blog!! Bem, depois de ter escutado acho que mais de cinco vezes estava pronta para tirar a roupa com a qual cheguei em casa depois do dia exaustivo de trabalho, colocar um pijama e ir dormir quando resolvo escrever um pouco, e sinceramente nem sei o que. Mas para matar a vontade, aqui estou!
Ah, vou dizer o porque gostei tanto dessa música das v's... em especial gostei desse trecho que em português seria assim:
' Você pensou em mim estando meio acordada e chorando?
Deitada no chão e esperando pelo raiar do dia?
Não pensou em me despedaçar
A qualquer momento na noite você podia ter tentado fazer tudo dar certo?
Porque? porque? porque??' (...)
E agora vocês pensam... 'nossa que revoltadinha! Que essa música tem a ver com você?' e eu respondo: TUDO! Cansei de me ver exatamente como no refrão dessa música: meio acordada e chorando, e blá blá blá...Nos últimos meses tenho sido uma pessoa que não conheço. Eu sempre fui orgulhosa, sempre tive princípios bem estabelecidos, e principalmente, tive dignidade, mas no entanto, abri mão de tudo isso por uma pessoa que nem se importa se estou viva ou morta.
Eu chorei por ele, eu coloquei meu orgulho de lado e corri atrás dele e ele nem se importou. Demonstrei o quanto me importava, o quanto eu o amava, e ainda assim não fez diferença.
Só de pensar que eu... só de pensar que...só de pensar que eu faria qualquer coisa por aquele piá me chega a dar naúseas, sério mesmo! Se ele soubesse de tudo que está guardado dentro de mim, apertando meu peito, me sufocando! Se ele soubesse o que todos os dias me faz ter vontade de gritar! Ah, se ele soubesse o quanto me faz bem só ver ele bem. Isso não é justo comigo.
Mas pensando bem não daria certo mesmo. Nossas vidas caminhariam em sentidos opostos, e nem eu quanto ele abriria mão de tudo para seguir o outro. Eu ainda quero cursar cinema, viajar, ler bons livros em lugares fantásticos, enquanto ele... não tem expectativa nem para o dia de amanhã! Mas o que me fez gostar dele então? O que?
(...)
Ah, vou dizer o porque gostei tanto dessa música das v's... em especial gostei desse trecho que em português seria assim:
' Você pensou em mim estando meio acordada e chorando?
Deitada no chão e esperando pelo raiar do dia?
Não pensou em me despedaçar
A qualquer momento na noite você podia ter tentado fazer tudo dar certo?
Porque? porque? porque??' (...)
E agora vocês pensam... 'nossa que revoltadinha! Que essa música tem a ver com você?' e eu respondo: TUDO! Cansei de me ver exatamente como no refrão dessa música: meio acordada e chorando, e blá blá blá...Nos últimos meses tenho sido uma pessoa que não conheço. Eu sempre fui orgulhosa, sempre tive princípios bem estabelecidos, e principalmente, tive dignidade, mas no entanto, abri mão de tudo isso por uma pessoa que nem se importa se estou viva ou morta.
Eu chorei por ele, eu coloquei meu orgulho de lado e corri atrás dele e ele nem se importou. Demonstrei o quanto me importava, o quanto eu o amava, e ainda assim não fez diferença.
Só de pensar que eu... só de pensar que...só de pensar que eu faria qualquer coisa por aquele piá me chega a dar naúseas, sério mesmo! Se ele soubesse de tudo que está guardado dentro de mim, apertando meu peito, me sufocando! Se ele soubesse o que todos os dias me faz ter vontade de gritar! Ah, se ele soubesse o quanto me faz bem só ver ele bem. Isso não é justo comigo.
Mas pensando bem não daria certo mesmo. Nossas vidas caminhariam em sentidos opostos, e nem eu quanto ele abriria mão de tudo para seguir o outro. Eu ainda quero cursar cinema, viajar, ler bons livros em lugares fantásticos, enquanto ele... não tem expectativa nem para o dia de amanhã! Mas o que me fez gostar dele então? O que?
(...)
Did Ya Think - The Veronicas
She asked if you could stay
did ya think about me when
you almost turned away
did you think about me when
you picked up the phone
should have let it just ringing
And made it seem like everything
was the same as it had always been
Did ya think about me being half awake and crying,
Lying on the floor and waiting for the break of day
Didn't think about tearing me apart
At any moment in the night you could have tried to make it right.
why, why, why?
Now in an after thought
were you thinking about me
Dont know what u did it for
Cuz u were thinking about you, so
you want me to believe
you were thinking about me
Isn't hard for me to see u didnt stop for anything
Give me one good reason why in time i should believe in you
you had me, you had it, everything
So close your eyes and remember all the lies
that you never say when you pretend that you
will be with me again
did ya think about me when
you almost turned away
did you think about me when
you picked up the phone
should have let it just ringing
And made it seem like everything
was the same as it had always been
Did ya think about me being half awake and crying,
Lying on the floor and waiting for the break of day
Didn't think about tearing me apart
At any moment in the night you could have tried to make it right.
why, why, why?
Now in an after thought
were you thinking about me
Dont know what u did it for
Cuz u were thinking about you, so
you want me to believe
you were thinking about me
Isn't hard for me to see u didnt stop for anything
Give me one good reason why in time i should believe in you
you had me, you had it, everything
So close your eyes and remember all the lies
that you never say when you pretend that you
will be with me again
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Hoje suspiro e nem sei ao certo dizer porque.
Ando nas ruas contando meus passos, ou com um olhar vago para as estrelas sem prestar atenção a todos a minha volta, porque sinceramente, ninguém tem importância.
Quando estou sozinha em meu quarto, tudo parece tão mais sombrio. A noite mais escura, o frio bem mais frio, e a dor em meu peito parece que jamais vai cicatrizar, e então eu fecho meus olhos e tento não pensar em nada, mas ao fazer isso me sinto sufocada, com raiva.
Há algum tempo atrás eu dizia para minhas amigas que se tinha uma coisa que não suportava, eram as pessoas que pensavam me conhecer sendo que não me conheciam. Porque as pessoas que realmente me conheciam saberiam que, o fato de eu quase sempre sorrir, não significa que 'quase sempre' estou feliz, porque não estou.
Ao fechar meus olhos eu vejo a verdade a minha volta. De olhos abertos vejo um grande baile de máscaras, e com eles fechados vejo que tudo não passa de um circo. Pessoas tentando ser melhor que outras... alguns querendo se exibir, outros bebendo demais para tentar ser engraçado. Um pequeno grupo ri de piadas sem sentido, outros só observam achando tudo patético sem saber que o grande pateta da história é ele próprio e seu egoísmo. Os palhaços tentam animar as pessoas se rebaixando a atitudes ridículas; O domador tenta ser o dono da festa, conversando com todos e se iludindo com a idéia de que todos o adoram, quando na verdade a maioria não está nem ai. A equilibrista tenta parecer sensata, tenta se enturmar, dança e bebe pouco para manter a pose, sendo que na verdade de todos ali presente é a mais fútil, porque está acostumada a manipular a si mesma, que nem percebe que sua vida não passa de uma grande mentira como tantas outras vidas de robozinhos da sociedade. Já o mágico ele está atento á todos os presentes, conhecendo as cartas na manga de casa um, ele ri de tanta bobagem.
O mágico ele ilude quando quer, diz bobagem quando necessário, finge, manipula tão bem quando a equilibrista. O grande show do mágico é que ele faz seus truques sem ninguém perceber.
Você sabe identificar o mágico a sua volta?
Que pena... porque ele sabe identificar que tipo de atração é você!
Ando nas ruas contando meus passos, ou com um olhar vago para as estrelas sem prestar atenção a todos a minha volta, porque sinceramente, ninguém tem importância.
Quando estou sozinha em meu quarto, tudo parece tão mais sombrio. A noite mais escura, o frio bem mais frio, e a dor em meu peito parece que jamais vai cicatrizar, e então eu fecho meus olhos e tento não pensar em nada, mas ao fazer isso me sinto sufocada, com raiva.
Há algum tempo atrás eu dizia para minhas amigas que se tinha uma coisa que não suportava, eram as pessoas que pensavam me conhecer sendo que não me conheciam. Porque as pessoas que realmente me conheciam saberiam que, o fato de eu quase sempre sorrir, não significa que 'quase sempre' estou feliz, porque não estou.
Ao fechar meus olhos eu vejo a verdade a minha volta. De olhos abertos vejo um grande baile de máscaras, e com eles fechados vejo que tudo não passa de um circo. Pessoas tentando ser melhor que outras... alguns querendo se exibir, outros bebendo demais para tentar ser engraçado. Um pequeno grupo ri de piadas sem sentido, outros só observam achando tudo patético sem saber que o grande pateta da história é ele próprio e seu egoísmo. Os palhaços tentam animar as pessoas se rebaixando a atitudes ridículas; O domador tenta ser o dono da festa, conversando com todos e se iludindo com a idéia de que todos o adoram, quando na verdade a maioria não está nem ai. A equilibrista tenta parecer sensata, tenta se enturmar, dança e bebe pouco para manter a pose, sendo que na verdade de todos ali presente é a mais fútil, porque está acostumada a manipular a si mesma, que nem percebe que sua vida não passa de uma grande mentira como tantas outras vidas de robozinhos da sociedade. Já o mágico ele está atento á todos os presentes, conhecendo as cartas na manga de casa um, ele ri de tanta bobagem.
O mágico ele ilude quando quer, diz bobagem quando necessário, finge, manipula tão bem quando a equilibrista. O grande show do mágico é que ele faz seus truques sem ninguém perceber.
Você sabe identificar o mágico a sua volta?
Que pena... porque ele sabe identificar que tipo de atração é você!
Nem sei o que dizer
Neste momento meus dedos vacilam no teclado, porque mesmo com a cabeça cheia de coisas que queria expressar, me vejo com medo de não saber como dizer. Então, eu percebo que algo mudou em mim, porque nunca antes tive medo de demonstrar para todos o que se passa em minha cabeça, e escrever que antes era um hobbie, acabou se tornando uma tortura.
Para uma pessoa como eu isso não é nada bom. Durante muito tempo, escrever era a única forma de me encontrar, e agora não tenho mais isso. Não tenho lido nada sobre assuntos realmente relevantes, e não tenho mais opinião sobre nada. Minha vida agora não tem sentido algum.
Minha vida se limita a noite, que é o momento em que saio do trabalho, e posso pensar e fazer o que bem entender, sem meta, sem regras ou limites. Mas quando a noite chega meu peito dói sentindo um enorme vazio por não saber mais quem eu sou, e principalmente por estar absorvendo mais do que aprendendo.
Espero que eu volte a me encontrar...
ou espero que alguém me encontre, mesmo que esteja perdida por ai, em algum lugar. Espero...
Bem, só isso por enquanto
Para uma pessoa como eu isso não é nada bom. Durante muito tempo, escrever era a única forma de me encontrar, e agora não tenho mais isso. Não tenho lido nada sobre assuntos realmente relevantes, e não tenho mais opinião sobre nada. Minha vida agora não tem sentido algum.
Minha vida se limita a noite, que é o momento em que saio do trabalho, e posso pensar e fazer o que bem entender, sem meta, sem regras ou limites. Mas quando a noite chega meu peito dói sentindo um enorme vazio por não saber mais quem eu sou, e principalmente por estar absorvendo mais do que aprendendo.
Espero que eu volte a me encontrar...
ou espero que alguém me encontre, mesmo que esteja perdida por ai, em algum lugar. Espero...
Bem, só isso por enquanto
Assinar:
Postagens (Atom)
