domingo, 31 de maio de 2009

quinta-feira, 28 de maio de 2009

E agora? Tudo de novo?


Eu queria fugir e por alguns meses, eu consegui. Me tranquei dentro do coração de alguém, e ocupei a minha mente com pensamentos que eu fingia ser real. Eu sempre tive medo. Medo de me magoar, de perceber que tudo foi apenas um sonho que sustentei por tempo demais, e nada JAMAIS será real. Tive medo descobrir que sou dispensável para você como já fui para outras pessoas, porque eu tenho certeza de que suportaria ter o meu coração partido por todas as pessoas que eu conheço simultaneamente, com excessão de você. E toda vez que eu te vejo, ou falo com você eu sinto que você é o único que pode me destruir. Eu tenho medo de você, eu simplesmente não posso parar de fugir! É arriscado demais!
As vezes eu sinto um desejo incontrolável de te proteger, então eu te procuro para me por a disposição. Em outros momentos, eu quero ser a sua melhor amiga, então eu procuro desesperadamente encontrar palavras certas para te demonstrar isso, mas elas somem. E na maior parte do tempo eu procuro deixar claro para mim, que eu não tenho certeza do que você significa em minha vida, mas eu sei, e então quando eu te encontro eu fico com raiva de tudo isso, e procuro te evitar, fingindo nem me importar, quando tudo o que realmente me importa é você.
Eu to cansada de mentir, e cansada de você não saber...eu sempre achei que eu era forte, uma mulher diferente e capaz de fazer diferença, só que eu sou tão fraca quando o assunto é você, porque?
Porque eu tenho tanto medo?
Você entrou de um jeito na minha vida que me faz pensar que o melhor é te perder para sempre, do que deixar você continuar nela.
Não houve um dia se quer que eu não tenha pensado em você. Não passei um dia sem te desejar ao meu lado, mas eu não posso mais me permitir a isso... desculpe, eu vou fugir de novo!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Ismália

Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.

No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...

E no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava perto do mar...

E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...

As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...


Alphonsus de Guimarães

domingo, 24 de maio de 2009

(...)

Queria que você estivesse aqui do meu lado, só para me contar coisas bobas discutir assuntos que nínguem mais iria entender, para mim poder abraçar seu medo e te falar sobre os meus.

Não quero deixar de acreditar que você conhece a verdade em mim.


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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Finalmenteeeeeeee!!

Hoje estava lendo meus posts antigos e percebi o quanto mudei em tão pouco tempo! Criei esse blog para me expressar, porque estava me sentindo sufocada e em parte era por causa do fim do meu namoro que não foi agradável e sim muito confuso, e certos acontecimentos que vieram depois do meu rompimento me deixaram um pouco para baixo. Porém, meus ultimos post nada tem a ver com o meu ex (ÓTIMO) e sim mais a ver comigo mesma e com meus sentimentos.
To adorando postar aqui, porque as coisas ficam tão mais claras para mim!
Finalmente sai do drama "quero meu namorado de volta" para entrar no drama "minha vida é uma novela", mas acho que é melhor assim.
Ah! Sobre o que me fez superar o ex vou dizer só uma coisa: é uma longa história.
Tenho que pensar mais a respeito da "história" pra depois poder postar aqui.
Por enquanto, é isso!


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quarta-feira, 20 de maio de 2009

Há um tempo eu disse a um amigo que meu pior medo era perceber que o que todos esperavam de mim, realmente aconteceu. Que não sou diferente mas apenas mais uma, e que meu destino é igual ao de todo mundo. Então me surgiu a questão: "o que nos faz diferente?" Saber sobre arte, cultura em geral, gostar de festas e ser popular faz de nós pessoas especiais, que merecem ser distintas de toda a multidão? Em uma rua onde as pessoas andam apressadas em todas as direções vários estranhos se cruzam, e sem interesse em especial em se conhecerem, em saber da história um do outro simplesmente viram as costas e se vão.

O que te faria ser notado por uma multidão de um jeito significativo, sem precisar chamar a atenção gritando ou fazendo algo inusitado?

Quando você está sozinho se sente igual ou capaz de fazer alguma coisa para revolucionar?

Eu quando paro para observar as pessoas sinto que elas não são como eu. Não se preocupam com sentidos para a vida, não procuram nenhuma explicação sobre suas existência... pelo contrário, gostam de mostrar o quanto são superiores e não hesitariam em te por para baixo.

Egoístas, hipócritas, medíocres, arrogantes, insensíveis, todos esses tipos de pessoas não são você, não sou eu, podemos ser diferentes.


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terça-feira, 19 de maio de 2009

Eu preciso de um sinal...


Será que quando contamos para alguém nossos medos, sonhos, frustrações, ou simplesmente como é que foi o nosso dia, elas realmente escutam ou além, será que elas se importam?
Eu confesso que perdi a minha fé nas pessoas. Acho que todos somos egoístas, e que por trás de cada boa ação existe uma intenção. Talvez tenha me acostumado a não ter nínguem por perto para se importar comigo, ligar para saber como estou. E por mais que eu saiba que não dou liberdade para as pessoas entrarem na minha vida, não consigo me conformar com o fato de elas simplesmente desistirem tão fácil de mim. Eu já faço isso por mim mesma várias vezes ao dia. Eu desisti de mim.
Quando acordo e antes de dormir, vivo como se estivesse em outro plano observando minha vida passar como espectadora e não como personagem. Deixo as coisas acontecerem, porque não tenho mais expectativa. Esperava muito mais da vida, e não estou exatamente no lugar onde eu queria estar, passando a maior parte do tempo confusa e frustrada por viver mais um dia como um passo para lugar algum. Eu só queria um sinal de que um dia, quando eu menos esperar eu vou me encontrar. E assim, com este sinal talvez eu possa ser um pouco feliz.
Esta canção da banda Train, trilha de One Tree Hill me fez pensar:
Calling All Angels
I need a sign to let me know you’re here
All of these lines are being crossed over the atmosphere
I need to know that things are gonna look up
‘Cause I feel us drowning in a sea spilled from a cup
When there is no place safe and no safe place to put my head
When you feel the world shake from the words that are said
And I’m calling all angelsI’m calling all you angels
And I won´t give up, if you don´t give up
I won´t give up, if you don´t give up
I won´t give up, if you don´t give up
I won´t give up, if you don´t give up
I need a sign to let me know you’re here
‘Cause my TV set just keeps it all from being clear
I want a reason for the way things have to be
I need a hand to help build up some kind of hope inside of
And I’m calling all angels
I’m calling all you angels
When children have to play inside so they don’t disappear
And private eyes solve marriage lies cause we don’t talk foryears
And futbol teams are kissing Queens and losing sight of havingdreams
In a world that what we want is only what we want until it’s
I’m calling all angels
I’m calling all you angels

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Percebi que vejo a minha vida passar de forma crítica, analisando cada passo, as pessoas envolvidas comigo, os rumos que certas decisões acabam levando. Eu me importo com todas as perspectivas relacionadas a minha vida, porque sou extremamente preocupada em envelhecer e olhar para trás e ver que nada do que tinha planejado para meu futuro aconteceu. Tenho medo de fazer tudo errado e ter uma vida sem sentido, ou melhor, viver sem descobrir o que significa para mim ter uma vida com sentido.
Ontem, revendo a primeira temporada de One Tree Hill, a citação de encerramento do episódio me chamou a atenção. Ela dizia o seguinte:

John Steinbeck escreveu.: "Me parece que se você ou eu devemos escolher entre dois rumos de ação ou pensamento... devemos lembrar da morte e tentar viver de modo tal que a nossa morte não traga prazer ao mundo."

terça-feira, 12 de maio de 2009

Hoje foi um dia complicado, e digo isso porque é fato que eu sou uma garota complicada, então meu dia não ia ser diferente. Acordei disposta a não ficar disposta para nada. Tive a impressão que nas primeiras horas do dia que passei acordada, qualquer coisa poderia me fazer chorar.
E para ser sincera, eu ainda sinto vontade de ficar trancada em meu quarto, no escuro, ouvindo alguma música do slipknot ou Ill niño talvez. Cantarolando baixinho curtindo a minha já tão conhecida melancolia...